Conservação da Natureza

Um PIN na Ota

 

A foto abaixo mostra os sobreiros e azinheiras, que alguns dizem não existir, e que estavam por detrás das câmaras da reportagem SIC exibida a seguir ao Jornal da 20h, em que se tentava promover a PIN (Potencial Interesse Nacional) o projecto de um parque temático a instalar nos terrenos anteriormente previstos para ao NAL na Ota.O local é uma zona húmida de aluvião, rodeada de bosques de montado e azinheiras, classificado como RAN, REN e Corredor Ecológico nos Planos Regionais de Ordenamento do Território da Área Metropolitana de Lisboa e do Oeste e Vale do Tejo. É ainda o local mais superficial e susceptível de contaminação do aquífero Tejo-Sado.Terão os PIN de serem sempre construídos em locais que violam grosseiramente as mais elementares normas de protecção ambiental e ordenamento do território? Não haverá locais alternativos mais adequados? Depois do afastamento do NAL, porquê insistir em ocupar  erradamente aquele local?

“Relativamente ao montado de sobro, refere que na opção Ota se prevê a sua eliminação em 94 ha (com abate de 2480 a 5406 árvores).”
Pg.13 do Parecer da Comissão de Avaliação de Impacte Ambiental para o Plano do Novo Aeroporto de Lisboa

Leia a notícia do "Público" de 30 de Março

ALAMBI contra Eólicas em Montejunto

 

A Alambi teve conhecimento de uma proposta para a instalação de parques eólicos na Serra de Montejunto, aprovada pela Câmara Municipal do Cadaval e tratou de oficiar autarcas daquele concelho no sentido de os sensibilizar para a necessidade de serem estudados locais alternativos.

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Projecto Coruja

A coruja-das-torres é uma ave comum na região, adaptada à presença humana e com um importante papel ecológico, nomeadamente no controlo das populações de roedores. A Alambi está a desenvolver um projecto que visa o estudo da presença e hábitos da Coruja-das-torres bem como a conservação desta rapina nocturna no concelho de Alenquer. O projecto dispõe de uma exposição de divulgação e pretende envolver as escolas da região em trabalhos experimentais e constituindo uma "rede de turmas amigas das corujas".

Documentos Produzidos


Paineis da exposição sobre a vida e hábitos da coruja das torres

Chave para a identificação das presas mais comuns na dieta da coruja das torres

 


Canhão Cársico da Ota

 

O Canhão Cársico de Ota, constitui um dos mais valiosos tesouros do Património Natural, Histórico e Cultural do concelho de Alenquer.

Todos os estudos feitos na zona, nomeadamente  para a elaboração do Estudo Preliminar de Impacte Ambiental para  instalação do Aeroporto em Ota, e do Plano Regional de Ordenamento do Território da Área Metropolitana de Lisboa (PROT-AML), realçam a importância do local em termos, geológicos, florísticos e faunísticos.

A Estrutura Metropolitana de Valorização e Protecção Ambiental do PROT-AML classifica o “Canhão Cársico de Ota” como “Área Nuclear para a Conservação da Natureza”, constituindo assim uma área prioritária para a conservação da natureza da Região de Lisboa que , no dizer do PROT-AML, “deve ver assegurada a sua protecção”. Classifica ainda a paisagem do Canhão Cársico da Ota com “única na região de Lisboa” e como “apresentando características geomorfológicas da maior relevância a nível nacional” .

A Alambi tem vindo a organizar visitas guiadas ao Canhão Cársico, e lutado pela sua preservação, contra as ameaças da extracção de inertes, poluição e betonização do leito do rio.

Em Setembro de 2007, e a solicitação da Câmara Municipal de Alenquer, a Alambi elaborou um relatório intitulado "Canhão Cársico de Ota - breve caracterização, diagnóstico e proposta de plano de acção".

 

Documentos Produzidos

 

Canhão Cársico de Ota - breve caracterização, diagnóstico e proposta de plano de acção

Paisagem Protegida da Serra de Montejunto

 

 

A nossa associação tem acompanhado regularmente tudo o que respeita à protecção, e divulgação da Serra de Montejunto, integrando o Conselho Consultivo da Paisagem Protegida e a Comissão de Coordenação do Plano de Ordenamento em representação das ONGA. A Alambi tem também participado em sementeiras de carvalho promovidas em conjunto com a associação FAPAS, como fomento à vegetação autocne destruída por sucessivos incêndios e eucaliptação.